segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Crawling back to you

Ouvindo minha música favorita do Arctic Monkeys hoje (Do i wanna know?) , percebi o quanto ela nos descreve de um jeito profundo. Mesmo discutindo tanto, nos xingando tanto, nos matando tanto de ódio, sempre voltamos um para o outro.
Não importa o quanto demore ou com quem estejamos, nossos caminhos estão ligados de algum jeito inexplicável e misterioso que me excita e me amedronta de jeitos muito distintos. 
Estar com você, sentir você, querer você, parecem ser as únicas coisas que ainda me fazem aguentar tantas decepções e pancadas da vida. Talvez eu não mereça seu amor, talvez não consiga entender toda sua magnitude (talvez nem você próprio consiga), mas que se dane, eu só quero poder aproveitar cada segundo ao seu lado e fazer todos os dias de nossas vidas valerem a pena.
As tempestades vão passar e finalmente viveremos os dias ensolarados juntos, eu te prometo.
E acredite quando digo: "Maybe i'm too busy being yours to fall for somebody new."



segunda-feira, 28 de abril de 2014

Vivo e deixo viver

Ando bem chateada ultimamente, preciso confessar. As coisas desandaram um pouco e o que eu menos esperava aconteceu. Mas isso não vem ao caso por agora (por agora, pois é).
Sabe quando aquela sensação de medo gigante toma conta? Aquele medo de perder alguém que mal chegou e parece que já esta indo? É o que ando sentindo faz um tempinho.
Não é fácil admitir, mas esse medo anda me assombrando o tempo todo.
Só que pensando agora pouco, cheguei a uma conclusão bem sensata. Pra que viver com medo? Pra que ficar se machucando, imaginando como vai ser o futuro?
Como diz um grande amigo, o futuro pertence ao destino e nós ao presente.
Por isso, resolvi escrever esse texto como uma forma de ajuda pra mim mesma. Assim toda vez que esse medo resolver aparecer, leio e tudo passa.
Então vamos lá:
De: mim
Para: mim mesma
Ele está chegando né? E dessa vez trouxe companhia. A insegurança e a tristeza vieram também.
Lembre-se: nada que é fácil vale a pena. Lute pelo que quer, vá atrás, não desista.
E acima de tudo, nunca se esqueça: na vida tudo depende de beleza e paciência. Se der certo, beleza. Se não der, paciência. Você é mais forte do que pensa, eu acredito que é.
Viva e deixe viver, se for pra ser teu, vai ser. Se não for, a vida continua. E ela sempre vai trazer coisas boas, eu prometo. Aproveite cada momento, seja feliz, mantenha o foco no que realmente importa, viva o momento.
Faça isso por nós.
Com carinho, de mim mesma.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Pra que esconder?

O jeito como olha pra ele deixa tudo muito claro. Fingir não sentir nada geralmente é inútil, então pare. Se dê uma chance.
Seu coração já foi pisoteado muitas vezes e tem medo de acreditar em um novo amor, eu sei. Mas e se ele for diferente? E se cuidar de você do jeito que merece? E se ele realmente te merecer? Como vai saber se nunca se entregar novamente?
Vá com calma, mostre que não é mais uma, que não é fácil. Deixe claro que não está disposta a sofrer novamente. Se ele for um cavalheiro, vai respeitar seu momento e não apressar as coisas.
Não seja fria e nem quente demais. Se imponha e demonstre interesse na medida certa.
Vá conquistando aos poucos, sempre lembrando que apressar tudo só pioraria tudo.
E quando chegar a hora, vai acontecer. Naturalmente, como tudo deve ser.




quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Mexa-se

Estando de férias, parece que todos os dias são iguais pra mim. Mas os fins de semana sempre tem trazem aquela sensação maravilhosa de curtição. Então aqui vão 5 dicas de lugares para você se divertir sozinho, com seu boy (ou girl) ou com a sua família também. Porque como já diz o título do post, mexa-se, é fim de semana:

Cineminha



















Quem acompanha o blog sabe que sou amante de um bom cineminha na sexta a noite ou sábado a tarde. Posso estar doente, mas se você disser: "vamos ao cinema", na mesma hora eu já estou arrumada e pronta para sair. Nesse ano de 2014, as telonas estarão recheadas de novidades incríveis, então corra e garanta seu ingresso.  Sem falar que é um programinha super romântico. Quer fazer uma média com seu amor? Esse é o cenário perfeito.

Praia


























O verão chegou e com ele aquela vontade esquecida de ir a praia. É um programa incrível para o dia todo e o melhor de tudo, é que não se gasta muito. Chame quem quiser, vá sozinha (o), mas aproveite, é verão baby!

Parque



Ah, a natureza e aquela paz dos parques. Se preferir um programa mais relaxante, pegue um bom livro e vá para um lugar sossegado aproveitar. Afinal de contas, cada um aproveita do seu jeito.

Social



Festinhas também são muito bem-vindas. Aproveite todos os convites que surgirem e se joga!

Festa do pijama com as amigas



Junte as amigas e faça aquela bagunça de garotas. Coloquem o papo em dia, criem makes umas nas outras, comam besteiras, falem mal dos namorados, enfim, curtam esse momento feminino.



O mesmo vale para os boys kkkkkk

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Sobre ser legal consigo mesmo

Você está prestes a sair para um compromisso que planejou por dias. Escolheu a melhor roupa, fez todos os seus truques de maquiagem, passou batom vermelho para chamar atenção. E então, minutos antes de sair, esbarra os olhos no próprio reflexo. Pronto. Tudo vai por água abaixo. Você pensa: estou feia. E a coisa só piora quando você chega a terrível (e equivocada) conclusão de que não apenas está feia, mas é assim. Autoestima é uma coisa complicada. Para todo mundo. A primeira coisa que nos vem à cabeça quando esta palavra é citada em uma conversa é a monstruosa imagem do espelho. Se estamos falando da sofrida fase da adolescência, então, o problema se multiplica. A gente encarna uma bruxa da Branca de Neve às avessas e questiona sem parar: espelho, espelho meu, há alguém no mundo mais feio do que eu? No dicionário, autoestima está assim: a aceitação que o indivíduo tem de si mesmo. Nada de aparência na definição. Nada de “outros” também. É autoexplicativo: trata-se do acordo silencioso que você faz consigo mesmo de que é um cara bacana, uma menina legal, uma pessoa bonita, alguém que merece todo o carinho, cuidado e, principalmente, todo o respeito do mundo (dos outros e de si mesmo). Na teoria é fácil, é claro. A gente acorda, se olha no espelho e, ainda que de cara lavada, acredita piamente que ali está o reflexo de uma pessoa maravilhosa. Na prática, são outros quinhentos. Há as espinhas, os aparelhos, as gordurinhas, os pneusinhos, as celulites, as estrias, o cabelo que não obedece, o nariz grande demais, a altura exagerada, as paranoias, os defeitos que só a gente vê, as neuras, as neuras, as neuras, as neuras… Pior de tudo é que, no mundo real, a maioria de nós precisa não só da aceitação interna, mas também a aceitação de todas as pessoas que vivem ao nosso redor. E, de vez em quando, as pessoas são cruéis. E dizem coisas que machucam. E chamam as outras pessoas de gordas, girafas, narigudas. E dizem que você não deveria usar tal saia porque seu quadril é grande demais. Porque está destacando sua barriga. Porque deixa você menor. No fundo, no fundo, a verdade é que a gente cresce querendo buscar a perfeição. E, como a gente nunca consegue alcançá-la, a gente acaba apontando o dedo para os outros. E, enquanto aponta no outro aquilo que, supostamente, é imperfeito, acabamos apontando, pelo menos, outros três dedos para nós mesmos e nossos próprios “defeitos”. Até que um dia você repara que perfeição não existe. Todo mundo tem falhas, todo mundo erra, todo mundo acha um cabelo branco uma vez na vida, vai mal em alguma prova, recebe uma medalha de bronze no lugar de uma medalha de ouro. Acontece com todo mundo. Um dia a gente acorda se achando linda, no outro nem tanto assim. Um dia a gente ganha, no outro a gente perde. O que não dá é pra viver se diminuindo perante tudo e todos na vida. O que não dá é pra sobrevalorizar tanto as nossas falhas e esquecer todas as coisas legais que a gente faz, a pessoa legal que a gente é. Ninguém precisa ser o mais lindo do mundo, o mais sexy, o mais magro, o mais alto, o perfeito. Dá para se cobrar menos, sabe? Há muitas coisas na vida além do espelho. Entender isso é o primeiro passo para começar a respeitar suas próprias “imperfeições” e melhorar a forma como você se vê. E, te garanto, ter alta autoestima é bom para você e para todo mundo, afinal, te ajuda a ficar mais feliz. E, como dizem por aí (não sei quem é o autor), gente feliz não enche o saco, não é? Não é fácil, mas dá para rolar uma ginástica mental. É tipo cantar Naldo, sabe? “Pra ficar maneiro joga a autoestima lá no alto! Alto, em cima, alto, em cima, alto, em cima, em cima, em cima, em cima…”. Opa, a música não é assim? Ah, é quase isso…

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Boa demais pra você


Certa vez me disseram que eu era boa demais para você. Colocaram meu amor a leilão e apostaram que logo apareceria alguém melhor. Um cara que realmente se importasse ao invés de alguém que fica semanas sem mandar mensagens no facebook. Como se essa palavra fosse a senha do meu coração. Disseram que eu deveria conhecer pessoas novas. 
Eu sei que o problema não é comigo. É você e esse medo de se prender a alguém e gostar da sensação. Prefere continuar caindo ao invés de descobrir se o paraquedas funciona. Os fantasmas mais assustadores são àqueles que nós mesmos criamos. 
Fico pensando, ninguém te conhece de verdade. Sinto falta das nossas conversas sobre o que já não falo com ninguém. 
Essa é a última vez. Antes de me despedir e apertar o botão sem volta, que leva estas palavras até você, aviso. Eu não quero te consertar. Nunca quis. Quero é provar que podemos ser exatamente assim, cheios de defeitos e sem nenhuma garantia. Invisíveis para o resto mundo, mas o suficiente um para o outro.
bom-demais-pra-mim

Mudando minha história


Para superar de verdade nossos problemas precisamos nos reinventar. Mergulhar dentro dos próprios pensamentos e encontrar uma pontinha de esperança que nos faça querer seguir em frente e parar de chamar tanta atenção para algo que no final das contas é só nosso. Algo que, sendo totalmente sincera, estamos é tentando nos livrar faz um certo tempo. É mais fácil quando temos alguém por perto, pra ouvir umas boas verdades e ter companhia no final de semana, ocupar o tempo e dar gargalhadas despretensiosas, mas também, se for o caso, garanto pra vocês, não é impossível de se fazer sozinho.
Pode parecer meio mórbido, mas em dias assim, gosto de lembrar de alguns dos meus piores momentos. Escuto músicas, vejo fotos, converso com velhos amigos ou simplesmente escrevo. Tipo agora.
Não é sobre se esconder atrás de antigas mágoas. É sobre usá-las como referencial. Às vezes a gente simplesmente se esquece que houveram outros dias ruins, sabe? Amadurecer tem um pouco a ver com usar experiências passadas para não cometer novos erros, por isso, tudo bem desenterrar o passado só pra ter certeza de que a raiz é forte e que esse vento uma hora ou outra vai passar. As estações mudam, independente do lugar do mundo que você está.
Hoje, quando olho pra trás, percebo que ninguém nesse mundo me conhece mais do que eu mesma. Ou seja, posso ter saído com diversos caras ou feito e desfeito ótimas amizades, mas continuo sendo quem mais lidou com esses malditos medos, inseguranças e manias.
Eles são meus. Eles são eu.
Na primeira vez que eu achei que fosse morrer de tristeza meu corpo todo doía muito. Foi pior do que qualquer resfriado. Pior do que ficar de castigo sem internet ou tirar a casquinha do machucado no joelho sem querer. Na primeira vez que me disseram adeus eu quase fui junto, mas aí eu fui ficando. E o quase membro do meu corpo virou um desconhecido e de vez em quando a gente até se cruza na rua. Eu não sinto nada e isso me deixa feliz pois significa que se não der certo, depois de um tempo, será sempre assim.
Quanto tempo mesmo?
A verdade é que a vida da gente é curta demais para deixarmos que a transformem num tribunal e fiquem julgando o que é ou não apropriado. Agir de acordo com as expectativas alheias o tempo todo é mais ou menos como não fazer nada. E se for para não fazer nada, convenhamos, é melhor ficar no sofá o final de semana inteiro assistindo sua série preferida e comendo besteiras, concorda?